Guerrinha
Acordei 6:00 da manhã, hoje é sábado dia 12/02/2000. Hoje ou amanhã eu irei visitar meu pai, levantei-me,fiz minha higiene pessoa, troquei de roupa e fui tomar meu café. Ao chegar na mesa minha tia já estava comendo, sentei-me e fui comer.
- Querida?
- Sim?
- Vamos visitar seu pai hoje? - Há eu sabia!
- Claro, mas antes eu vou passar na floricultura, está bem?
- Sim querida - Levantei-me da mesa e peguei o dinheiro para ir comprar as flores, perto da sorveteria tem uma floricultura. Ao chegar lá senti alguém tocar em meu ombro, me virei para ver quem era e deparei-me com um Nathaniel sorridente.
- Oi - Ele disse.
- Olá - Falei fazendo uma reverência.
- O que faz aqui um hora dessas?
- Eu estou comprando flores para ir visitar meu pai.
- Meus pêsames.
- Não, não - Sorri - Ele não morreu.
- Ah tá, então... por que não mora com ele?
- Porque ele está em um hospício - Falei baixando a cabeça.
- Desculpe-me.
- Tudo bem, não é culpa sua - Falei sorrindo - Mas obrigado por lembrar, vou comprar flores para o túmulo de minha mãe também - Falei me virei e pedi 2 dúzias de flores, paguei e me virei de novo, quando olhei para o Nath ele estava com uma flor branca em suas mãos - Que linda - Falei.
- Para você - Ele disse.
- O-obrigado - Peguei e dei um beijo na bochecha dele e ele corou (eu também) - Nath?
- Sim?
- Você não me disse o que veio fazer aqui.
- Eu não tinha nada para fazer em casa então vim caminhar e te encontrei.
- E por que me deu essa flor? - Falei esboçando um sorriso.
- Para ganhar esse seu sorriso - Ele disse e eu corei - Posso te levar até em casa? - Ele disse, queria dar uma passadinha em Even Wons, mas acho melhor deixar para outro dia.
- Claro - Falei assentindo levemente com a cabeça e fechando os olhos - Obrigado - Falei esboçando um sorriso. Fomos andando até em casa.
- Alice.
- Sim?
- Quer ir para o cinema na quarta?
- Adoraria - Falei um pouco animada, faz tempo que eu não vou ao cinema.
- Que bom que ficou feliz - Ele disse dando risadas. Fomos conversando até em casa, chegando lá eu me virei de frente para ele.
- By Nath - Falei sorrindo. Ele depositou um beijo em minha testa e disse:
- Até logo, anjo - Entrei em casa, coloquei as flores sob a mesa, peguei a flor e um vaso com água e subi para o meu quarto. Chegando lá coloquei flor dentro do vaso e coloquei sob meu criado mudo.
- Alice!!! - Minha tia me chamou.
- Estou indo - Falei. Desci as escadas peguei as flores e nós duas entramos no carro. Chegamos e minha tia estacionou em algum canto, fomos a recepção, logo depois ao quarto dele. Primeiro minha tia entrou (já que só podia entrar uma pessoa por vez) logo minha tia saiu.
- Estarei lhe esperando na lanchonete querida.
- Está bem titia - Tomei fôlego e adentrei no recinto. Vi meu pai em pé a olhar pela janela.
- Nem sempre fui "taxado" de louco - Ele disse suspirando e voltando-se para mim - Mas as pessoas esquecem, ou fingem que não veem.
- Olá papai - Falei fazendo uma reverência.
- Olá minha filha - Ele olhou para mim, sentou em uma cadeira e puxou outra cadeira para perto dele, acho que sugerindo que eu sentasse. Ao sentar pergunto:
- Você está bem?
- Sim - Ele disse e pausou - Está cada dia mais parecida com sua mãe. - Falou lacrimejando e eu baixei levemente minha cabeça.
- Pai?
- Sim?
- O que o senhor e minha tia escondem de mim?
- Sempre lhe contei e você nunca acreditou em mim. Por que essa curiosidade agora? - Ele perguntou, contei sobre a profª Agatha e sobre a conversa que ouvi - Não está esquecendo de contar-me nada?
- Se eu esqueci eu não me lembro - (N.A: Coloquei essa frase em homenagem a um amigo meu que disse isso durante a aula de educação física kkk)
- Nenhum lugar especial? - Ele disse e me lembrei de Even Wons, mas como ele sabia? Lembrei-me na árvore, contei a ele sobre Even Wons - Minha doce Alice - Ele disse - Isso é um quebra-cabeças que terá que montar sozinha. Por enquanto é tudo que posso lhe falar. Repito: Por enquanto. - Dei um beijo em sua bochecha e saí, fui em direção a cantina. Encontrei minha tia sentada em uma das mesas, fui em direção a ela, fiz uma reverência e disse:
- Não adianta mais esconder, eu já sei de tudo - Blefei. Ela engoliu em seco e disse:
- Tudo o quê?
- Tudo. Da guardiã, de tudo - Ela gargalhou e disse:
- Isso é um blefe, não vou contar nada para as suas suspeitas, o tempo irá lhe mostrar.
- Eu sei tia, mas eu tinha que tentar - Contei a conversa que tive com meu pai, tirando a parte de Even Wons.
- Sinto muito querida, mas vai ter que esperar.
- Está bem - Falei com um ar meio triste. Almoçamos e fomos para casa, ao chegar lá vi Acis e Adna na minha porta, desci do carro e fui onde elas estavam.
- Onde você estava? - Perguntou Adna carinhosamente (percebam onde está a irônia).
- Nós ficamos preocupadas, serião - Falou Acis.
- Fui ver meu pai - Falei.
- Ata - Falou Acis - Quer vir passear conosco?
- Sim, mas para onde?
- Para a sorveteria.
- Claro, vamos?
- Sim, mas antes vamos passar na casa do Alexy e do Arthur.
- Quem é Arthur? - Perguntei.
- Namorado da Adna - Acis respondeu enquanto Adna levantava as mãos.
- Não quero ficar segurando vela - Falei brincando.
- Relaxa, o Armin também vai - Falou Adna.
- Ei! - Protestei. Fomos até a casa dos gêmeos. Convidamos eles para a sorveteria e eles aceitaram, passamos na casa do Arthur, que era na mesma rua do Armin, e fomos em direção a sorveteria. Cada um comprou o seu sorvete, eu comprei o de amora, sim eu AMO amora, Armin sentou do meu lado na mesa. Adna e Arthur estavam se beijando enquanto Acis e Alexy conversavam, eu, repentinamente, melei meu dedo no sorvete e sem pensar taquei no nariz do Armin e comecei a rir, ele pegou o dele e tacou em mim - Ah é? - Falei - Então toma - Falei rindo e taquei sorvete no cabelo dele. Logo todos estavam assistindo nossa "batalha", o Armin estava sem munição então pegou o sorvete do Arthur e foi jogar em mim, só que eu me esquivei e acertou o Alexy, logo estávamos todos na batalha. Saímos melados e de barriga vazia, fomos para um lanchonete (N.A.: FanFics - Lugar onde o dinheiro é infinito) e dessa vez comemos mesmo, a galera estava combinando de ir ao Lazer Tag (lugar de jogos de batalhas, mas sem armas de verdade, só umas armas de mentira, mas com lasers que imitam as de verdade) - Acho que não vou - Falei.
- Por que? - Acis perguntou.
- Não sou muito chegada em jogos de tiro.
- Não é? - Os gêmeos perguntaram com certa irônia.
- Aquilo foi pura sorte - Falei dando de ombros - E além do mais você sabe como eu fico com jogos de luta - Falei envergonhada.
- Você fica ainda mais legal - Armin disse me abraçando - Apesar de perder a "porra da norma de conduta" - Ele disse e eu ri.
- Está bem eu vou, quando vai ser?
- Quarta-feira - Arthur disse.
- Pode ser terça?
- Está bem, mas por quê? - Perguntou Alexy
- Quarta eu tenho um "compromisso".
- Ok. - Disse Acis. Fomos para as nossas casas, o dia passou e eu fiquei treinando na minha Archtop, fui dormir cedo, amanhã irei visitar o túmulo de minha mãe e Even Wons.
"Personalidade
Ela muda
A cada palavra,
Que você escuta"
Continua...
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Nota da autora:
Yo my people, meu pai tá me expulsando do not dele então é isso by :*
:* Kissus; By: Niih
Quanta histórias maravilhosas para se ler.
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